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CIRURGIA DE VARIZES E CONSEQUÊNCIAS

CIRURGIA DE VARIZES E CONSEQUÊNCIAS

QUAL A MELHOR OPÇÃO? FAZER A CIRURGIA OU TRATAR DAS VARIZES ?

Acredito que após ler esta pequena matéria, você passará a ter uma visão melhor sobre cirurgias e entenderá que se você encontrar um produto que possa tratar da situação de suas varizes, sem a necessidade de retirada das veias, com certeza será esta a melhor opção, pois com toda certeza, aquelas veias que foram retiradas sem dúvida alguma farão falta na circulação sanguinea e isso gerará consequências.

O medo principal de qualquer pessoa que irá submeter a uma cirurgia qualquer é o medo da morte. Morrer durante uma cirurgia de varizes é muito muito raro, porém, no Brasil, esse receio é disseminado especialmente devido a um caso que ficou muito famoso na década de 80. A maioria dos leitores provavelmente nem era nascido ainda quando, em 2 de abril de 1983, a cantora Clara Nunes faleceu vítima de complicações decorrentes de uma cirurgia de varizes. Clara Nunes era uma das cantoras mais populares do Brasil na época e sua morte causou muita comoção, mais de 50.000 pessoas compareceram ao seu velório na quadra da Escola de Samba Portela e houve cortejo fúnebre em carro do corpo de bombeiros até o cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro, onde está enterrada. 

Risco de amputação da perna na cirurgia de varizes


Existem 15 casos de amputação relatados em toda a história da cirurgia vascular devido a complicações de cirurgia de varizes. Todos os casos aconteceram devido a lesões na artéria femoral, que fica próxima à junção da veia safena e da veia femoral, sendo assim, esse tipo de complicação também só é possível de acontecer nos casos de retirada da veia safena (safenectomia aberta). Como eu expliquei acima, esse tipo de lesão de grandes vasos é muito muito rara e acontece em no máximo 0,3% dos casos de safenectomia. Segundo o estudo que verificou essas complicações, dos casos em que acontecem a lesão da artéria, em 34% das vezes houve necessidade de amputação. Nos outros 66% dos casos, o paciente não teve nenhum problema após o reparo da lesão arterial.
Ou seja, o risco de sofrer uma amputação devido a complicações de uma cirurgia de varizes é mínimo, considerando que há poucos casos no mundo em que isso ocorreu.

Outras complicações da cirurgia de varizes


Outras complicações menores também est
- Infecção da ferida operatória (1,5 a 13,7%): ocorre quando há a entrada de bactérias pelo corte que realizamos para fazer a cirurgia. Nesses casão descritas nos estudos sobre cirurgia de varizes. São elas:
os, ocorrer vermelhidão e inchaço no local e pode haver saída de pus. Assim que a infecção for detectada deve ser iniciado tratamento com antibióticos para matar as bactérias causadoras, e às vezes, é necessário a drenagem do pus, o que na maioria das vezes pode ser realizado no próprio consultório do médico sob anestesia local, sem necessidade de nova internação. O aparecimento da infecção ocorre de 3 a 7 dias após a cirurgia. Para evitar a ocorrência desse problema, é indicada a injeção de uma dose de antibiótico logo antes de iniciar a cirurgia. Um estudo de 2010 mostrou que pacientes que receberam essa dose de antibiótico logo antes do início da cirurgia tiveram uma taxa de infeção muito menor do que aqueles que não receberam esse medicamento preventivo.

- Fístula linfática e linfocele (1,3 a 16,5%) : ocorre quando há a lesão dos minúsculos vasos linfáticos que se encontram próximos às veias varicosas retiradas. Nesses vasos corre um líquido transparente chamado linfa e esse líquido pode se acumular debaixo da pele, levando ao aparecimento da linfocele ou pode extravasar para fora, levando ao aparecimento da fístula linfática. São complicações bastante benignas, sem grandes repercussões além do desconforto. São tratadas com compressão do local, e, em alguns casos, pode ser necessária a drenagem desse líquido sob anestesia local.

- Tromboflebites (0,3 a 20%): ocorre quando há o aparecimento de um coágulo de sangue em alguma veia superficial que não foi retirada. Quando fazemos a cirurgia de varizes, retiramos apenas as veias que estão varicosas. Porém, essas veias varicosas estão interligadas com outras veias normais, que são deixadas na perna. Essas veias precisam ser amarradas (ou ligadas como dizemos no jargão cirúrgico) para evitar sangramentos e devido a isso às vezes seu fluxo fica interrompido e pode haver formação de coágulos de sangue e inflamação. As tromboflebites (ou flebites) podem se estender para as veias profundas e causar uma trombose venosa profunda, mas isso é razoavelmente raro. Na maioria das vezes causam apenas vermelhidão, calor e dor no local, o que é tratado com remédios anti-inflamatórios e com compressas. Dependendo da extensão da flebite. O cirurgião vascular pode considerar que vale a pena iniciar o tratamento com medicamentos anticoagulantes, para evitar que ocorra uma trombose.

- Pneumonia, infecção urinária e outras infecções (0,3 a 0,5%): são complicações inerentes a qualquer procedimento cirúrgico e, assim como no caso da trombose, a recuperação mais rápida, com menos dor e que permita que o paciente comece a andar mais rápido, diminui a chance de isso acontecer.

- Hematomas e equimoses (1 a 75%): essa é uma complicação extremamente comum. Eu diria que é esperada. Como na cirurgia de varizes estamos retirando veias, quase sempre ocorre o extravasamento de um pouco de sangue para os tecidos abaixo da pele, o que causa o aparecimento de manchas roxas (que são as equimoses) e de nódulos cheios de sangue (que são os hematomas). Essa é uma complicação benigna, que na grande parte das vezes não necessita de nenhum tratamento específico. No caso dos hematomas, se estes forem muito grandes, o cirurgião pode optar por drená-los, isto é, por realizar uma anestesia local e um pequeno corte para retirar o sangue retido. Isso ajuda a aliviar a dor e evitar que haja uma infecção desse sangue que ficou ali parado. No caso das equimoses, geralmente indicamos apenas a massagem local com cremes e géis que facilitem a sua absorção. Uma das formas de diminuir o aparecimento das equimoses e hematomas após a cirurgia de varizes é o uso correto das meias de compressão elásticas prescritas pelo cirurgião vascular.


O QUE DIZ A DRA, SOBRE  COMPLICAÇÕES CIRÚRGICAS
Carla Liberato - CRM 1994-RO -
A definição exata do termo COMPLICAÇÃO CIRÚRGICA  é a ocorrência de um evento inesperado intra ou pós um procedimento cirúrgico e/ou anestésico.
 
Todo e qualquer procedimento,  desde o mais simples até o mais complexo, está sujeito a complicações inesperadas, o que não incorre necessariamente em erro médico. Isso ocorre devido ao fato de que, muito embora o médico cirurgião e o anestesista  possam realizar o procedimento corretamente, seguindo todos os padrões de segurança e todas as normas técnicas, as reações orgânicas dos pacientes ao tratamento podem variar de pessoa para pessoa.
 
São descritos como complicações das Cirurgias de Varizes :
 
- Lesão da artéria ou veia femoral, na safenectomia da magna.
- Lesão da artéria ou veia poplítea, na safenectomia da parva.
- Lesão do nervo fibular comum, situa-se junto a cabeça da fíbula, sua lesão determina perda da dorso-flexão plantar
- Lesão do nervo tibial, perda da flexão plantar, na abordagem da safena parva.
- Lesão do sural, junto à safena parva, é um nervo sensitivo, acarreta parestesia e dor em queimação, os mesmos sintomas são observados com o nervo safeno, porém este se situa junto à safena magna
- Surgimento de telangiectasia, decorrente do processo vasculogênico.
- Tromboflebite
- Hemorragia
- Recorrência
- Trombose Venosa profunda, para evitar esta complicação – deambulação precoce, enfaixar os membros inferiores e fazer anticoagulante conforme os critérios de risco para Trombose Venosa Profunda- risco médio de 5%
- Embolia pulmonar
- Pigmentação  
- Infecção, erisipela 
- Tromboflebite Superficial
- Sangramento 
- Cicatrizes grosseiras – queloides ou cicatriz hipertrófica  
- Existe risco de morte associado a cirurgia, em torno de 0,06%, considerado fatalidade.
 
Existem também reações esperadas após a Cirurgia, como hematomas (manchas roxas), enduração ( áreas endurecidas), formação de cicatrizes.
 
As intercorrências cirúrgicas são um assunto delicado entre os cirurgiões, afinal nenhum médico está interessado que aspectos negativos sejam associados a sua prática profissional e tampouco gostaria de enfrentar problemas de caráter tão relevante. Na sua quase totalidade, as complicações não ocorrem por cuidados médicos insuficientes ou de inferior qualidade, mas sim por resultar simplesmente  de debilidade do paciente  ou de uma reação anormal a um procedimento ou dispositivo, onde na maioria não se tem como prever.
QUAL A MELHOR SOLUÇÃO ENTÃO?

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